14 cruciais informações que o Plano de Rigging deve conter!

14 cruciais informações que o Plano de Rigging deve conter!

O plano de rigging é a representação gráfica do planejamento de uma movimentação de carga com guindaste

 

1 – Todas as informações básicas e todos os parâmetros de segurança estabelecidos por normas e pelo fabricante do(s) guindaste (s) envolvido(s) em todas as fases operacionais, desde o transporte até o posicionamento final

 

2 – Definição da área necessária para o posicionamento da peça, para montagem e operação do guindaste, levando em consideração o local, os acessos e as interferências.

 

3 – Cálculos, dimensionamentos e listas de materiais de todos os elementos aplicados para ligação entre o guindaste e a peça, tais como: eslingas, acessórios em geral, balancins, etc.

 

4 – Configuração do guindaste com a definição de todas as variáveis e recursos do guindaste, tais como: raio(s) de operação, comprimento de lança, contrapeso, moitão, passadas de cabo, utilização de jib, mastros, etc…

 

5 – Seleção do guindaste mais adequado ao tipo de operação, buscando a melhor estratégia de içamento, com segurança e economia. Identificação completa do guindaste selecionado tais como: tipo, marca, modelo, série, capacidade nominal, etc.

 

6 – Demonstrar cálculos específicos e fatores de segurança aplicados para içamentos considerados de “alto grau de risco”, tais como: guindaste embarcado, içamento com 2 ou mais guindastes, içamento na beira de barrancos, sobre pontes, demolições, proximidade de redes elétricas, etc.

 

7 – Apresentar parâmetros de segurança obtidos na solução, tais como: porcentagem de utilização do guindaste, capacidade bruta tabelada, tabela de carga aplicada (% de tombamento),etc.

 

8 – Composição da carga bruta aplicada ao guindaste, discriminando todos os itens envolvidos e os fatores de segurança exigidos.

 

9 – Apresentar parâmetros de segurança obtidos na solução, tais como: porcentagem de utilização do guindaste, capacidade bruta tabelada, tabela de carga aplicada (% de tombamento),etc.

 

10 – Cálculo de fatores que podem influenciar na segurança da operação, tais como: força na sapata, pressão nas esteiras, velocidade máxima de vento permitida para a operação, etc.

 

11 – Definir folgas das interferências locais bem como da lança com a peça.

 

12 – Prever cuidados especiais em função de condições locais tais como: isolamento da área, sinalização visual, aterramento do guindaste, iluminação artificial, etc.

 

13 – Prever folgas normalizadas para o movimento do guindaste tais como: andar com a carga, giro do contrapeso próximo às interferências, etc.

 

14 – Apresentar todo o “Plano de Rigging” através de desenhos técnicos com todos os detalhes inteligíveis, juntamente com a “Memória de cálculo” e as Tabelas de Carga aplicadas.

 

Fonte: Sobratema – Transporte e Movimentação de Cargas.

1 Comment

  • Boa noite. Me chamo Ivanildo O. Barbosa, sou MCB- Mestre de cabotagem. Exerço a função de supervisor de movimentação de cargas em unidades FPSO..

    No momento estou fora do mercado offshore. E gostaria de enriquecer o meu conhecimento no assunto. Se puderem me ajudar com materiais na área de movimentação de cargas ficaria muito grato!

    Aproveito o momento para parabenizá-los pelo artigo. Que é de grande relevância para nós profissionais offshore. Sucesso ao grupo.


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